Destino
Roma - Itália
A capital da Itália atrai todos os anos milhões de turistas que aqui buscam a história do maior império do ocidente, cuja cultura até hoje influencia nossos hábitos, crenças, arquitetura, sistema jurídico entre outros.
A cidade de Roma é um passeio pelo passado imperial, uma grande metrópole que já nos idos de antes de Cristo tinha mais um milhão de habitantes.
Os bem preservados monumentos, como o Coliseu, os Fóruns Romanos, o Panteon, os Arcos do Triunfo, as Termas de Caracala, o Palatino entre outros tantos deixam o turista simplesmente estupefato com a grandiosidade da engenharia romana.
A cidade apresenta inúmeras igrejas que atestam a fé católica de longa data, além de outras belíssimas obras, como a Fontana di Trevi, as escadarias da Praça da Espanha e outras lindas "piazzas". A moda, o design, a cultura e a ótima culinária são outros motivos de visitação.
Não Perca!
Torre de Pisa
A Torre Inclinada de Pisa (em italiano: Torre pendente di Pisa), ou simplesmente, Torre de Pisa, é um campanário ou campanário autônomo, da catedral da cidade italiana de Pisa. Está situada atrás da Catedral, e é a terceira mais antiga estrutura na Praça da Catedral de Pisa (Campo dei Miracoli), depois da Catedral e do Baptistério.
Embora destinado a ficar na vertical, a torre começou a inclinar-se para o sudeste, logo após o início da construção, em 1173, devido a uma fundação mal colocada e ao substracto solto que permitiu a fundação mudar de direcção. A torre actualmente se inclina para o sudoeste.
A altura da torre é de 55.86 m, do solo ao lado menor é de 56.70 m na parte mais alta do lado. A largura das paredes na base, mede 4.09 m e 2,48 m no topo. Seu peso é estimado em 14,500 toneladas (16,000 em pequenas toneladas). A torre tem 296 ou 294 degraus; do sétimo andar, tem dois degraus a menos, da face-norte das escadas. Antes do trabalho de restauração realizado entre 1990 e 2001, a torre inclinou-se em um ângulo de 5,5 graus, mas a torre agora inclina-se em cerca de 3,99 graus. Isto significa que, o topo da torre é de 3.9m de onde ela estaria, se a torre estivesse perfeitamente na vertical.
Coliseu de Roma
O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum (ou Coliseus, no latim tardio), devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto a edificação. Localizado no centro de Roma, é uma excepção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico. Originalmente capaz de albergar perto de 50 000 pessoas, e com 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos. Foi construído a leste do fórum romano e demorou entre 8 a 10 anos a ser construído.
O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476. O edifício deixou de ser usado para entretenimento no começo da Idade Média, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.
Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitectura. Actualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma e em 7 de julho de 2007 foi eleita umas das "Sete maravilhas do mundo moderno". Além disso, o Coliseu ainda tem ligações à igreja, com o Papa a liderar a procissão da Via Sacra até ao Coliseu todas as Sextas-feiras Santas.
Atrações
Palazzo Altemps
Parte deste tesouro arqueológico está situada no belo Palazzo Altemps, assim batizado em função da família que, unindo outras obras medievais, criou esta belíssima mansão no século XVI, que chegou praticamente intacta até os dias de hoje e foi recém restaurada. Para se ter uma idéia da riqueza dos seus construtores, o local onde hoje está a Piazza Navona fazia parte da propriedade quando da inauguração.
Muito bem organizados na residência, belíssimas estátuas reunidas especialmente pelo Cardeal Ludovico Ludovisi, um dos habitantes ilustres do “palazzo”. Ludovisi era um grande apreciador das estátuas clássicas do império romano que colecionava e reformava empregando várias artistas renomados neste intento.Destaque também para os belos afrescos e estátuas de antigos deuses.
Templo de Hércules
Localizado muito próximo do Rio Tibre, na praça da famosa “boca della veritá” fica esta pequena jóia em formato circular, um dos mais bem preservados templos da Roma republicana.Dedicado ao famoso herói mitológico Hércules, filho de Zeus com uma mortal, o templo é circundado por colunas ornamentadas e chegou a ser consagrado como igreja na idade média. O único inconveniente é o fato de o interior do monumento não poder ser visitado.
Arco de Sétimo Severo
Construído em 203 d.C. comemora o décimo aniversário da ascensão ao poder do Imperador Sétimo Severo, com imagens de suas vitórias nas regiões do atual Irã, Iraque e Arábia. O arco encontra-se muito bem conservado e majestoso na entrada dos fóruns a partir da Piazza Del Campidoglio. É um monumento à grandeza de um império e do povo que o construiu.
Gastronomia
Dentre os principais patrimônios que caracterizam a Itália, além de suas belezas paisagísticas e de sua arte, está a gastronomia. A cozinha italiana é talvez uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional. Isso é sem duvida conseqüência dos vários povos que passaram pela península itálica através dos séculos e lá deixaram sua marca com a introdução de novos elementos e alguns pratos hoje apreciados em todo o mundo.
Uma das etnias que mais influenciou na formação dessa cultura foram os árabes, que, a partir do século IX, principalmente na Sicília, implementaram a culinária local com o açúcar, o arroz, a canela, o açafrão, a berinjela e os doces de marzipã. Além disso, transmitiram as técnicas de produção de figos secos e passas.
A partir de 1600 os espanhóis também deixaram sua marca, principalmente com novos produtos originários da América como, por exemplo, o tomate, a batata, o feijão, o milho, o cacau, o rum e o café. Na época de Napoleão Bonaparte, os franceses transmitiram agregaram à culinária italiana a utilização de pratos com produtos derivados do leite, como manteiga e creme de leite. Eles também ensinaram aos cozinheiros italianos formas mais refinadas de apresentação dos pratos, com um visual mais elaborado. Com a imigração dos italianos para a América (Nova York, Buenos Aires e São Paulo), a partir de 1900, a Itália exportou sua culinária, principalmente com napolitanos, que passaram a divulgar a pizza e o famoso “spaghetti al sugo”, pratos conhecidos e apreciados em todo o mundo.
Portanto, é difícil falar numa cozinha italiana, o mais correto é falar em cozinha típica regional italiana. Além das diferenças gastronômicas entre o sul e o norte, dentro da mesma região encontra-se em várias cidades, até mesmo próximas, diferenças históricas, devido aos povos que passaram no local, geográficas e climáticas que determinam os tipos de produtos elaborados e que, por sua vez, vão constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais.
Em poucas palavras, na gastronomia do norte da Itália predominam produtos de influência francesa, austríaca e húngara, com o emprego de muitos produtos derivados do leite, enquanto que no sul, predominam os de influência árabe, quais sejam: uso de muito molho de tomate, pouca carne bovina e muita carne de coelho, ovina, caprina e suína.
Nos bosques e montanhas predominam os famosos “funghi” e muita caça. Já no litoral, encontra-se diversos tipos de peixe, com destaque para o atum e o peixe “spada”, além de muitos frutos do mar e bacalhau.
Dentro do cenário gastronômico italiano, também há a Cozinha Mediterrânea, principalmente na parte meridional e nas ilhas da Sicília e Sardenha, a qual é conhecida pelos italianos como “cozinha sadia”, rica em carboidratos, frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito óleo de oliva.
Salames, queijos e vinhos de primeira linha completam a riquíssima cozinha tipicamente regional de todas as partes da Itália e apreciadas em todo o mundo
Publicado em: 26/01/2010
